Ponto de Vista

Desde o evento da lei de modernidade dos portos, 8630/93, que se fala em reestruturação dos serviços portuários, mas de forma localizada somente na área de cais, compreendendo-se: Mão de obra especializada, equipamentos e redução no número de trabalhadores, esquecendo-se dos demais seguimentos que alimentam a produção portuária como: Vias de acessos em transportes rodo-ferroviário, lacustre fluvial e aeroportos compatíveis, que deveriam ser compreendidos em uma só logística, de forma a diminuir os custos e agilizar as cargas movimentadas, quer na exportação como importação. – Tomamos, por exemplo, o nosso porto de Rio Grande, que tanto se comenta como o porto do Mercosul, quando na sua retaguarda as vias de comunicações mencionadas ainda deixam muito a desejar, que pouco ou nada se fez até a presente data, pois é inadmissível pensar, dado a localização privilegiada, cuja topografia regional possui uma via lacustre navegável como a lagoa dos patos, que interliga a região metropolitana e conseqüentemente ao terceiro pólo petroquímico do país,bem como uma das regiões mais industrializadas do cone sul, que é a região da serra. 


Diante de tudo isto é necessário que as autoridades competentes do setor, em conjunto com o governo do segundo maior estado exportador do país, agilizem o complexo portuário em uma só logística, pois se assim não for, a fragmentação e/ou tratamento em separado das vias de comunicações, fatalmente nos levará ao fracasso, deixando espaços para que os estados vizinhos: - Santa Catarina e Paraná venham competir com mais força do que já está, chega de exportar nossos produtos pelo estado vizinho, que o governo estadual e demais seguimentos produtivos exportadores sejam mais gaúchos, olhem para o único porto marítimo e reconheça o real valor do potencial aqui existente, gerando maior concentração dinheiro e empregos. Para enumerar as deficiências atuais temos: Rodovia 471 do acesso ao Chuí em precárias condições, duplicação das rodovias 392 (trecho Pelotas Rio Grande) e da 116, bem como acesso da malha ferroviária diretamente Rio Grande a Porto Alegre, desinterditar o aeroporto e capacita-lo com estrutura para cargas e descargas de grande porte, com acesso a 392, fiscalização mais contínua, melhoria nos terminais de estacionamento ora insuficientes para o aguardo de carga e descarga dos caminhões, gerando transtorno na rodovia e multas pelo estacionamento no acostamento.

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